This paper aims to investigate the relationship of knowledge sharing with unethical pro-organizational behavior (UPB) and the potential augmenting effects of two factors: employees’ dispositional resistance to change and perceptions of organizational politics.
Quantitative data come from employees in a Mexican manufacturing organization. The hypotheses tests use hierarchical regression analysis.
Knowledge sharing increases the risk that employees engage in UPB. This effect is most salient when employees tend to resist organizational change or believe the organizational climate is highly political.
Organizations should discourage UPB with their ranks, and to do so, they must realize that employees’ likelihood to engage in it may be enhanced by their access to peer knowledge. Employees with such access may feel more confident that they can protect their organization against external scrutiny through such unethical means. This process can be activated by both personal and organizational factors that make UPB appear more desirable.
This study contributes to organizational research by providing a deeper understanding of the risk that employees will engage in UPB, according to the extent of their knowledge sharing. It also explicates when knowledge sharing might have the greatest impact, both for good and for ill.
Este artículo analiza la relación entre compartir conocimiento y el comportamiento pro-organizacional no ético (CPE), así como el potencial efecto amplificador de dos factores: la resistencia al cambio de los empleados y la percepción del clima político de la organización.
Se emplean datos cuantitativos procedentes de los empleados de una organización manufacturera mejicana. Las hipótesis se contrastan utilizando análisis de regresión jerárquico.
Compartir conocimiento aumenta el riesgo de que el empleado desarrolle CPE. Este efecto es mayor cuando los empleados muestran resistencia a los cambios organizativos o creen que el clima organizativo está altamente politizado.
Las organizaciones deben desincentivar el CPE, y para hacerlo deben comprender que la probabilidad de que ocurra aumenta con el acceso al conocimiento de otros compañeros. Los empleados con acceso a este conocimiento pueden percibir que pueden proteger a la organización frente al escrutinio externo por medio de este comportamiento no ético. Este proceso puede activarse tanto por factores personales como organizacionales que hagan la aparición de CPE más deseable.
Este estudio contribuye a la investigación proporcionando una comprensión más profunda del riesgo de que los empleados muestren CPE, en conexión con su grado de conocimiento compartido. También explica cuando compartir conocimiento puede tener un mayor impacto, para bien o para mal.
Este artigo analisa a relação entre compartilhar o conhecimento e comportamento pró-organizacional antiético (CPA), bem como o potencial efeito ampliador de dois fatores: a resistência a mudança de funcionários e a percepção do clima político da organização.
Dados quantitativos são utilizados por funcionários de uma organização de manufatura mexicana. As hipóteses são testadas usando análise de regressão hierárquica.
Resultados – Compartilhar os resultados aumenta o risco de que o funcionário desenvolva o CPA. Esse efeito é maior quando os funcionários mostram resistência às mudanças organizacionais ou acreditam que o clima organizacional é altamente politizado.
As organizações devem desencorajar o CPA, e para isso devem entender que a probabilidade de isso acontecer aumenta com o acesso ao conhecimento de outros colegas. Os funcionários com acesso a esse conhecimento podem perceber que podem proteger a organização do escrutínio externo por meio desse comportamento antiético. Este processo pode ser ativado por fatores pessoais e organizacionais que tornam o surgimento de CPA mais desejável.
Este estudo contribui para a investigação, fornecendo uma compreensão mais profunda do risco que os funcionários exibem CPA, em conexão com o seu grau de conhecimento compartilhado. Também explica quando o compartilhar conhecimento pode ter um impacto maior, para melhor ou para pior.
